Trabalhar como freelancer em 2026 é uma alternativa cada vez mais comum para quem busca atuar online e colaborar com empresas e projetos internacionais. Atualmente, diversas plataformas funcionam como intermediárias entre profissionais e oportunidades de trabalho, reunindo desde demandas pontuais até contratos de longo prazo em áreas como redação, marketing, design e desenvolvimento de software. A seguir, o TechTudo lista seis plataformas para freelancers, entre serviços já consolidados e opções mais recentes, que se destacam por modelos diferenciados, como não cobrar comissões ou permitir negociação direta. Veja como funcionam Upwork, Fiverr, Freelancer, Contra, Jobbers e Toptal e escolha a que melhor se adapta ao seu perfil profissional.
Conheça os principais sites para trabalhos freelance em 2026 — Foto: Reprodução/Canva
Upwork conecta freelancers a empresas para projetos e vagas remotas — Foto: Reprodução/Caroline Silvestre A Upwork é uma plataforma de trabalho freelance que conecta profissionais autônomos a empresas e clientes em busca de serviços remotos. O site reúne oportunidades em áreas como redação, tradução, design, tecnologia, marketing, audiovisual e administração, atendendo desde iniciantes até freelancers mais experientes. O acesso pode ser feito diretamente pelo navegador, tanto no computador quanto no celular.
Vale destacar que a interface da plataforma é em inglês, assim como a maioria das vagas publicadas, e os pagamentos são realizados em dólar. Ainda assim, além das oportunidades internacionais, o usuário também pode encontrar trabalhos voltados a falantes de português, incluindo vagas específicas para o Brasil. Para conferir uma amostra dessas oportunidades, basta acessar a página www.upwork.com/freelance-jobs/portuguese-brazil/. Em geral, os anúncios mostram o valor, o tempo estimado para a execução e o nível de experiência necessário para o trabalho.
Para usar a plataforma, o freelancer deve criar uma conta gratuita e completar o perfil com informações sobre experiência profissional, formação acadêmica e idiomas. A partir disso, é possível negociar valores para projetos de interesse ou responder a convites enviados por clientes. Para se candidatar às vagas, no entanto, é necessário utilizar os chamados Connects, tokens virtuais que funcionam como a moeda interna da plataforma. As contas gratuitas recebem uma quantidade limitada de Connects por mês, mas o profissional pode comprar pacotes adicionais para enviar mais propostas. Já para quem busca contratar, o anúncio de vagas é gratuito, e o pagamento ao profissional só é liberado após a aprovação do trabalho.
No plano básico, o profissional tem acesso a recursos com tecnologia de IA, ferramentas de colaboração e acompanhamento de projetos. A plataforma também oferece o Upwork Business Plus, que inclui funcionalidades extras, como listas de freelancers pré‑avaliados e relatórios, voltadas principalmente para empresas que contratam com frequência. No plano básico, quando a empresa paga um freelancer, a Upwork cobra uma taxa de serviço de cerca de 5 % sobre o valor do pagamento. No Business Plus, essa taxa é maior em troca do acesso aos recursos adicionais. O freelancer também tem uma taxa de serviço que varia conforme o contrato e já é descontada automaticamente do pagamento recebido.
Fiverr permite vender serviços freelance em formato de pacotes — Foto: Reprodução/Caroline Silvestre Fiverr é uma plataforma internacional que conecta freelancers a clientes de diferentes países para a prestação de serviços. Criada em 2009, a proposta inicial era oferecer trabalhos a partir de cinco dólares, o que deu origem ao nome da empresa. Com o tempo, porém, o modelo evoluiu e hoje os profissionais podem cobrar valores mais altos conforme a complexidade do serviço e o nível de experiência oferecido. Atualmente, a plataforma é bastante utilizada por freelancers das áreas de redação, tradução, design, marketing digital, programação, tecnologia, vídeo e consultoria.
Diferente de plataformas como o Upwork, no Fiverr o freelancer não disputa vagas diretamente. Nesse modelo, é o cliente quem procura o profissional. Para isso, os prestadores de serviço criam anúncios chamados de Gigs, que funcionam como pacotes de serviços. Neles, o freelancer descreve o que será entregue, o prazo de execução e o valor cobrado. A partir dessas informações, os clientes pesquisam, comparam perfis e contratam o serviço.
A plataforma é uma boa opção para quem busca trabalhos internacionais, mas também permite a criação de Gigs voltados ao público brasileiro ou a demandas em português. Além disso, o usuário consegue alterar o idioma da interface do site, incluindo para português, e visualizar os preços em moedas como o real. No entanto, para quem vende serviços, os valores dos Gigs são sempre definidos em dólar, mesmo que o cliente veja a conversão para a moeda local. Já a comissão cobrada é fixa, de 20% sobre cada venda do freelancer, e o valor recebido fica retido após a conclusão do serviço, geralmente por cerca de 14 dias, antes de poder ser sacado. Além disso, o cliente também paga uma taxa de serviço sobre cada pedido, incluída no total pago pelo Gig.
Freelancer.com conecta profissionais a projetos por meio de propostas — Foto: Reprodução/Caroline Silvestre Freelancer é uma plataforma que conecta freelancers a clientes e funciona de forma semelhante à Upwork. O modelo é baseado em propostas: o cliente publica um projeto e os profissionais interessados enviam ofertas com prazo e valor definidos. Nesse formato, os freelancers competem entre si, enquanto o contratante pode comparar preços, portfólios, avaliações de outros usuários antes de concluir a contratação. A plataforma também permite refinar a busca por habilidades, localização, fuso horário ou categoria do projeto. Tanto a publicação de projetos quanto o envio de orçamentos são gratuitos. Já os planos de assinatura oferecem recursos extras, como o aumento do número de propostas mensais. Nas configurações, o usuário pode definir o idioma da interface do site e também escolher em qual idioma deseja visualizar e filtrar projetos.
A plataforma reúne profissionais de diversas áreas, como redação, design gráfico, vendas e marketing, programação, engenharia e administração. Todas as categorias disponíveis podem ser exploradas na página freelancer.com/hire. O valor do serviço é definido pelo freelancer, geralmente em dólar, e a plataforma cobra uma taxa de serviço que costuma ficar em torno de 10%. Em projetos de preço fixo, o pagamento é feito por entrega, enquanto trabalhos contínuos podem ser cobrados por hora. O sistema de pagamento utiliza um modelo de depósito de garantia, no qual o cliente deposita o valor antes do início do projeto, e o dinheiro só é liberado ao freelancer após a entrega e aprovação do trabalho.
Contra funciona como uma rede profissional e não cobra comissão dos freelancers — Foto: Reprodução/Caroline Silvestre Contra é uma plataforma de trabalho freelance bem parecida com uma rede social, com feed de atualizações, tópicos de interesse e tendências que ajudam freelancers e empresas a se conectarem. O feed é personalizado conforme a área de atuação de cada profissional, facilitando encontrar oportunidades relevantes. Os profissionais podem criar perfis, portfólios e interagir com clientes, tornando o networking parte do dia a dia da plataforma. Diferente de sites tradicionais como Upwork e Freelancer.com, a Contra valoriza o branding do freelancer em vez do modelo tradicional de propostas. Um dos principais destaques da plataforma é o modelo sem comissão, que garante aos freelancers 100% do valor acordado, sem que a Contra retenha qualquer porcentagem. Os pagamentos são feitos em dólar e a interface é em inglês, mas os usuários podem usar extensões de navegador de tradução automática para navegar no site em português.
No plano gratuito, os freelancers podem criar perfil, enviar propostas, fechar contratos e gerenciar pagamentos sem custos adicionais. Algumas funcionalidades avançadas, como personalização do portfólio, análise de desempenho e prioridade nas buscas, fazem parte do plano opcional Contra Pro. Vale destacar que, no plano gratuito, há limites de curtidas nos conteúdos do feed e de visualização das vagas. As empresas também podem criar conta e postar vagas gratuitamente, mas para iniciar um projeto pago com um freelancer é cobrada uma taxa por contrato, que varia conforme o tipo de projeto.
Como a plataforma valoriza o branding, os freelancers devem criar perfis detalhados, com descrição de serviços e exemplos de trabalhos. Também é possível ter um portfólio independente com site próprio, o que facilita ser encontrado por clientes. A Contra permite assinar contratos e gerenciar projetos diretamente pelo sistema, incluindo acompanhamento de tarefas, prazos, aprovações e envio de faturas. A plataforma é voltada para áreas criativas e profissionais independentes, como marketing digital, desenvolvimento e engenharia de software, design gráfico e UX/UI, redação, edição de conteúdo e tradução.
Jobbers é uma plataforma de freelancers que não cobra comissão sobre os pagamentos — Foto: Reprodução/Caroline Silvestre Assim como a plataforma anterior, a Jobbers não cobra taxa sobre os pagamentos entre freelancers e contratantes. Uma das novidades em 2026, a Jobbers é multilíngue e se destaca como opção para quem busca maior controle sobre preços e negociação direta. Os pagamentos não são processados pelo sistema, sendo feitos diretamente entre contratante e freelancer conforme combinado. Além das oportunidades internacionais, a plataforma também atende profissionais e empresas brasileiras. Na página inicial, o Brasil aparece entre os países mais populares, e há uma seção dedicada ao mercado brasileiro (jobbers.io/location/brazil), onde é possível encontrar profissionais, negociar serviços e publicar projetos.
Apesar de a interface estar em inglês, é possível navegar em português usando extensões de tradução automática. A plataforma é bem organizada e, no menu lateral, o freelancer encontra todas as opções para gerenciar seu perfil e suas negociações, como qualificações, experiências, certificados, serviços, propostas, contratos, horário de trabalho e pedidos. Já as empresas podem publicar projetos gratuitamente, comparar perfis e contratar profissionais.
Toptal conecta profissionais de alto nível a grandes empresas — Foto: Reprodução/Caroline Silvestre Agora, se você procura uma plataforma voltada para profissionais de alto nível, a Toptal é uma ótima opção. O nome vem de “Top Talent” (“melhores talentos”, em português), pois a plataforma conecta os 3 % mais bem avaliados de freelancers do mundo a grandes empresas e projetos estratégicos. Para isso, mantém um processo de seleção rigoroso, que inclui avaliações, testes técnicos e entrevistas, e apenas os candidatos que passam por todas as etapas entram na rede. Embora seja bastante seletiva, a Toptal oferece projetos bem remunerados com clientes corporativos.
Outro diferencial é que os freelancers não precisam disputar propostas. Em vez disso, a plataforma utiliza um sistema de correspondência que conecta cada profissional a projetos compatíveis com suas habilidades. Assim, os profissionais têm acesso a oportunidades de alto nível em áreas como desenvolvimento de software, design, gestão de produtos, finanças, marketing e gestão de projetos. Vale destacar que o site está em inglês, por isso é necessário ter um bom conhecimento do idioma para se cadastrar e navegar pela plataforma.
Para quem contrata, a Toptal costuma ser mais cara do que outras plataformas, já que o preço inclui a margem de lucro da própria plataforma. Para os freelancers, não há custo de assinatura e nem taxa de serviço, mas é necessário passar pelo rigoroso processo seletivo. Após serem aceitos, os profissionais podem definir seus valores e receber inteiramente os pagamentos pelo tipo de contrato, seja por hora, parcial ou integral, conforme combinado com o cliente.
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