Lideranças dos cinco principais partidos políticos da ilha lançaram uma nota conjunta para afirmar que não aceitam divisões. Presidente dos EUA alega querer o território por questões de segurança.

Trump sobe o tom e volta a ameçar anexação do Panamá e da Groenlândia
Todos os partidos com representação no Parlamento da Groenlândia se uniram para responder às declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que voltou a afirmar a intenção de anexar a ilha. Em um documento publicado nesta sexta-feira (14), as legendas classificaram as falas como inaceitáveis.
Na quinta-feira (13), durante um encontro com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, Trump afirmou que os Estados Unidos precisavam da Groenlândia por questões de segurança nacional. Questionado por um repórter sobre a compra da ilha, o presidente respondeu: "Acho que vai acontecer".
Já nesta sexta-feira, os cinco partidos representados no Parlamento da Groenlândia divulgaram uma declaração conjunta para repudiar os comentários de Trump.
"Nós, todos os líderes partidários, não podemos aceitar as repetidas declarações sobre anexação e controle da Groenlândia. Consideramos esse comportamento inaceitável em relação a amigos e aliados dentro de uma aliança de defesa", afirma a nota.
O comunicado também destacou que todos os partidos defendem que a Groenlândia continue a trabalhar pelos próprios interesses por meio de canais diplomáticos, em conformidade com o direito internacional.
Trump já afirmou diversas vezes que deseja tornar a Groenlândia um território dos Estados Unidos. No dia 4 de março, durante seu primeiro discurso no Congresso americano, ele disse que o país iria controlar a ilha "de um jeito ou de outro".
As autoridades da Groenlândia e da Dinamarca — que ainda detêm a soberania sobre o território — reafirmaram que a ilha não está à venda.
Uma pesquisa realizada na Groenlândia, no fim de fevereiro, apontou que apenas 6% dos entrevistados apoiam a incorporação aos Estados Unidos.
Bandeira da Groenlândia tremula sobre assentamento de Igaliku. — Foto: Reuters

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1 ano atrás
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