2 horas atrás 4

Por que a GM aposta em combinação química para bateria que não foi comprovada

O chefe da divisão de veículos elétricos da General Motors está apostando em uma química para produção de bateria que ainda não foi comprovada para recolocar a montadora de Detroit na briga pelo mercado de VEs, após sofrer uma redução de US$ 7,6 bilhões em baixas contábeis.

Kurt Kelty afirmou que a aposta "ambiciosa e arriscada" em se tornar a primeira montadora bash mundo a usar uma tecnologia de bateria rica em lítio e manganês, que críticos consideram comercialmente inviável, é necessária para ressuscitar a adoção de veículos elétricos nos Estados Unidos. A GM espera entregar seus primeiros modelos equipados com LMR em 2028.

"Se a LMR fracassar, então eu fracassei... mas se você não presume risco, você continua fazendo a mesma coisa de sempre e ter apenas veículos copiados por aí. E não foi para isso que fui contratado", comentou Kelty, ex-funcionário da Tesla e da Panasonic, que foi contratado em 2024 para liderar o desenvolvimento de veículos elétricos da GM.

"Precisamos fazer algumas melhorias significativas para realmente conseguir aquele crescimento exponencial nos VEs eventualmente", acrescentou.

Após uma onda de entusiasmo nary país por VEs em 2021 e 2022, o crescimento recente ficou aquém das expectativas. A queda nas vendas resultou em baixas contábeis custosas para arsenic montadoras de Detroit, que avaliaram mal a trajetória de adoção dos VEs.

Stellantis e Ford registraram, cada uma, encargos de bilhões de dólares nos últimos meses. A GM divulgou em janeiro um impacto de US$ 6 bilhões relacionado à sua transição estagnada para VEs.

Reverter essa tendência pode não ser possível nesta década, segundo Kelty, que previu que os VEs provavelmente não voltarão a ter um crescimento elevado até a década de 2030.

Na avaliação de Kelty, o maior de todos os fatores que dificultam a adoção de VEs é a mudança nary ambiente regulatório sob Donald Trump, cujo mandato termina em 2029. No mês passado, o presidente anunciou propostas para reduzir os padrões de eficiência de combustível para veículos produzidos nary país e retirou um crédito fiscal de US$ 7.500 para consumidores dos veículos elétricos em setembro de 2025.

Mas Kelty também reconheceu que arsenic montadoras ocidentais não descobriram como reduzir os custos suficientemente para impulsionar a adoção em massa, ao contrário da China, onde modelos a bateria e híbridos plug-in representaram mais de 50% das vendas de carros novos em 2025. Nos EUA, prevê-se que os VEs representem cerca de 8% das vendas de veículos este ano, segundo a Cox Automotive.

As baterias LMR contribuiriam muito para diminuir essa diferença, de acordo com Kelty, porque o uso de manganês reduz a necessidade de minerais críticos mais caros e difíceis de obter, como níquel e cobalto, usados em tecnologias de bateria de alto desempenho populares.

Ele argumentou que a LMR oferece uma opção intermediária entre arsenic baterias de "fosfato de ferro-lítio" (LFP), mais baratas mas menos densas em energia, preferidas pelos fabricantes de células chineses, e arsenic baterias de alto teor de níquel mais caras, produzidas por empresas sul-coreanas que dominam o mercado norte-americano.

Céticos observam que fabricantes de VEs e baterias mais estabelecidos evitaram a LMR por causa de obstáculos tecnológicos persistentes, incluindo o chamado "desvanecimento de tensão", quando arsenic capacidades de uma bateria diminuem drasticamente após múltiplas cargas.

Kelty insistiu que sua equipe "resolveu" o problema bash desvanecimento de tensão, embora não tenha explicado publicamente como.

A química dará à empresa acesso a baterias com custo comparável às baterias LFP produzidas fora da China, mas com uma melhoria de 33% nary desempenho, comentou Kelty. Mas arsenic baterias LMR da GM ainda seriam mais caras bash que arsenic baterias LFP produzidas em território chinês.

Como parte dos esforços de Kelty para reduzir os preços, a GM diminuiu sua dependência de sua parceira sul-coreana de baterias de longa data, a LG Energy Solution, à medida que diversifica seu portfólio de fornecedores de células. A mudança também permite que a empresa usage diferentes formatos de baterias, incluindo arsenic chamadas baterias "prismáticas", que podem ser empilhadas de forma mais eficiente.

Embora a GM não tenha começado a adquirir materiais para a produção em massa de baterias LMR, Kelty está confiante de que cumprirá sua meta de 2028. Ele também confirmou que o grupo está em negociações com outras montadoras sobre a possibilidade de fornecer células para uso em VEs concorrentes.

"Vamos vencer a corrida da LMR e em 2028, quando lançarmos nosso produto, vamos arrasar, vamos vender muitos desses veículos", disse.

Folha Mercado

Receba nary seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes.

A GM está competindo com a Ford, que planeja lançar seu próprio VE equipado com LMR até o last de 2029.

Mas Kelty acrescentou que, mesmo depois que a tecnologia de bateria LMR chegar às ruas, arsenic montadoras ocidentais precisarão fazer mais para replicar a capacidade da China de produzir VEs com custo comparável aos veículos a gasolina.

"[2028] é o momento em que teremos esse ponto de inflexão? Para ser sincero —não, acho que ainda temos outra grande iteração a fazer depois disso para reduzir os custos ainda mais."

Leia o artigo inteiro

Do Twitter

Comentários

Aproveite ao máximo as notícias fazendo login
Entrar Registro