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Por que a UE vê a dependência da tecnologia solar chinesa como um risco

Esses inversores são os dispositivos que convertem a energia solar em eletricidade utilizável. Eles são conectados à internet e, em muitos casos, podem ser acessados remotamente para manutenção e atualizações de software.

O pior cenário: um apagão em toda a Europa?

"Todas as empresas de inversores têm algo como um interruptor de desligamento", afirmou Christoph Podewils, secretário-geral do Conselho Europeu de Fabricação Solar, à DW.

Esse tipo de mecanismo, assim como outras conexões remotas, é normalmente usado para fins de segurança ou estabilização da rede. No entanto, especialistas em cibersegurança alertam que, em um possível cenário extremo, hackers ou agentes estatais hostis poderiam explorar essas conexões para interromper o fornecimento de energia.

"O pior cenário seriam apagões em larga escala em toda a Europa", disse à DW a especialista em cibersegurança Swantje Westphal.

Esse risco tem sido cada vez mais levado em conta à medida que a energia solar avança na composição da matriz energética europeia. Enquanto essa fonte respondia por 0,05% da energia elétrica produzida na União Europeia, essa participação pulou para 13,1% em 2025, segundo a organização de pesquisa em energia Ember.

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