Durante boa parte bash século passado, esportes de contato físico eram vistos como inadequados para mulheres. Em muitas modalidades, qualquer coisa que remetesse à agressividade epoch desencorajada, ao ponto de arsenic regras serem adaptadas para evitar colisões. Nas competições femininas de basquete, por exemplo, epoch proibido "arrancar" a bola até a década de 1960.
Esse olhar ainda não desapareceu completamente. Jogadas mais duras em ligas femininas costumam repercutir muito mais bash que nas masculinas, como se o contato e agressividade — que por vezes fazem parte bash esporte — não fossem esperados delas.
É algo que vem mudando aos poucos. Um dos sinais mais claros disso é o avanço das mulheres em modalidades mais físicas. O contato, antes associado à agressividade, tem se distanciado desse conceito e se aproximado de algo mais técnico, como um elemento earthy das disputas esportivas.
Nos Estados Unidos, por exemplo, esportes como luta livre, rugby e futebol americano (inclusive o emblem football) viraram febre entre arsenic adolescentes. Além bash desafio físico, são esportes mais receptivos para iniciantes, têm menor custo e uma cultura mais acolhedora, segundo informações bash The Atlantic.
Existe uma mudança mais profunda que acompanha arsenic novas gerações, cada vez mais imersas na cultura bash bem-estar e bash autodesenvolvimento. Para elas, cuidar de si não fica só na alimentação ou na estética, mas também inclui questões de autopercepção e autonomia.
Os esportes de combate entram nessa história porque exigem, além da força, reação rápida, controle sob pressão e atenção constante ao outro. Desenvolver essas habilidades pode ser um atalho para se sentir mais seguro e autoconfiante, o que torna essas práticas algo diretamente relacionado a como essas jovens se enxergam.
E nary Brasil?
Por aqui, o movimento já aparece com força. É o que mostra uma pesquisa da Maximum Boxing: 62% das mulheres dizem que querem iniciar, continuar ou retomar a prática de esportes de combate em 2026. Entre os homens, são 52%.
Para elas, aprender a se defender é cardinal (57,9%). Também pesa a busca por aliviar o estresse e cuidar da saúde intelligence (52,3%). Já entre os homens, o main objetivo é o físico: 69,9% citam condicionamento e resistência.
Os dados mostram arsenic influências das questões sociais, como o crescimento da violência contra a mulher. Para muitas entrevistadas, a prática está diretamente ligada ao dia a dia. Mais da metade (54,3%) acredita que, treinando, se sentiria mais segura para andar sozinha na rua. Outras falam em mais firmeza para impor limites (47,7%) e mais tranquilidade nary transporte público (42,8%).
Já entre os homens, arsenic motivações são um pouco diferentes: para eles, a prática está mais associada ao preparo para proteger familiares ou amigos (48,8%), à capacidade de manter a calma sob pressão (46%) e à autonomia para circular em espaços públicos sozinho (35,6%).
"Os estímulos mudam bastante entre homens e mulheres: muitos deles se aproximam das modalidades pela busca de desempenho físico, enquanto boa parte delas procura segurança e qualidade de vida", afirma William Ferraz, coordenador de selling da Maximum Boxing.
"Embora a melhora bash condicionamento seja importante para todos, os dados sugerem que o público feminino tende a enxergar nos esportes de combate um caminho para fortalecer a autoconfiança e o equilíbrio emocional, enquanto o masculino valoriza mais os ganhos corporais", completa.
Essa intenção também aparece na escolha das modalidades. O Muay Thai lidera entre elas, com 42,2%. Depois vêm jiu-jitsu (32%) e boxe (26,1%), todas práticas que trazem aprendizados para além bash treino, como autocontrole e autoconfiança. Entre os homens, o ranking muda: jiu-jitsu aparece na frente, seguido por boxe e karatê.
Outro apontamento da pesquisa é que ainda existe uma dificuldade das mulheres acessarem esses esportes nary Brasil. A falta de tempo é o main entrave, citada por 47% das mulheres. O receio de lesões e o custo das aulas também pesam. Mesmo assim, há abertura para investir: cerca de 40% dizem que pagariam até R$ 200 por mês para treinar, enquanto entre os homens esse percentual é ligeiramente menor, de 35%.
Entretanto, o cenário se inverte quando o investimento envolve valores mais altos. Apenas 23% das mulheres afirmam que pagariam acima de R$ 300 por mês, contra 28,1% dos homens.

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