Na última quarta-feira (9), o agente Jonathan Ross disparou três tiros a curta distância contra a americana Renee Nicole Good, uma mãe de três filhos, de 37 anos, que havia acabado de se mudar para a cidade.
Seis procuradores federais de Minnesota renunciaram ao cargo como forma de protesto após pressão do Departamento de Justiça dos Estados Unidos para investigarem a morte de uma mulher durante uma operação em Mineápolis. As renúncias foram divulgadas pelo jornal "New York Times".

Novas imagens feitas por agente do ICE mostram momento em que mulher é morta nos EUA
Entre os promotores que renunciaram está Joseph H. Thompson, de 47 anos, que se tornou popular ao investigar um caso de Minnesota sobre fraudes, que abalou o cenário político da região.
Pessoas familiarizadas com a decisão de renúncia informaram ao New York Times que, para ele, mais um motivo que motivou sair do cargo foi à recusa do Departamento de Justiça em incluir autoridades estaduais na investigação do tiroteio.
Outros procuradores são: Harry Jacobs, Melinda Williams e Thomas Calhoun-Lopez. Os quatro promotores optaram por não informar oficialmente os motivos de suas renúncias. Ao mesmo tempo, o Departamento de Justiça não respondeu imediatamente a um pedido de comentário feito pelo New York Times.
Um buraco de bala é visível no para-brisa do carro onde estava mulher morta por agentes do ICE, em 7 de janeiro de 2026, em Minneapolis — Foto: AP Photo/Tom Baker
Vale destacar que, na segunda-feira (12), o portal MS News informou que quatro chefes do Departamento de Justiça renunciaram em protesto contra como o governo lidou com o caso.
O Departamento decidiu suspender uma investigação sobre direitos civis que determinaria se o uso de força letal por agentes era justificado. Ao mesmo tempo que começou a investigar se Renee Nicole Good e sua esposa tem alguma relação com grupos que participam de manifestações contra agentes de imigração.
Essa decisão vai em linha com a fala da secretária do DHS, Kristi Noem, que saiu em defesa dos agentes e classificou a ação da mulher como um ato de “terrorismo doméstico”. Segundo ela, os agentes foram atacados enquanto tentavam retirar um veículo que havia ficado preso na neve.
O governo Trump acusa Renee de ter tentado atropelar e matar um dos agentes do ICE durante a abordagem, em que diversos oficiais mascarados interpelavam a população em uma rua de bairro da cidade. Autoridades locais e vídeos do incidente, no entanto, desmentem a versão oficial:

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