
Era para ser apenas mais um voo curto pela Europa, quando, em outubro de 2017, Ruja Ignatova embarcou em um voo comercial da Ryanair que partiu de Sófia, capital da Bulgária, com destino a Atenas, na Grécia. A viagem durou pouco mais de uma hora. Depois do pouso, a mulher conhecida como a 'Rainha da criptomoeda' desapareceu.
Incluída na lista dos dez fugitivos mais procurados pelo FBI, a polícia federal dos EUA, a empresária, que poucos anos antes havia construído um império no mercado financeiro, teve a trajetória interrompida abruptamente pelo sumiço. À frente da OneCoin, Ignatova prometia uma revolução no sistema de pagamentos digitais e vendia a ideia de uma moeda virtual capaz de rivalizar com o bitcoin.
Último voo
Quando embarcou rumo à Grécia, as investigações avançavam. Naquele mês, promotores federais dos Estados Unidos já preparavam acusações contra líderes ligados à OneCoin, esquema que, segundo a Justiça americana, movimentou bilhões de dólares por meio de fraude financeira e lavagem de dinheiro.

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