Diante disso, defenderam que o Brasil só reaja com eventual retaliação se as negociações diplomáticas e políticas fracassarem.
🌎 A tarifa para os produtos brasileiros ficou em 10%, a exemplo dos produtos do Reino Unido, e abaixo dos 20% anunciados para a União Europeia e dos 34% para a China, por exemplo.

Países anunciam retaliações e bolsas despencam após tarifaço de Donald Trump
Para Hussein Kalout, entre os motivos que levaram Donald Trump a taxar produtos brasileiros em 10%, estão:
- o fato de os Estados Unidos ter relação comercial superavitária com o Brasil;
- a possibilidade de uma taxa maior aumentar os preços cobrados ao consumidor americano em razão do aumento no custo de produção.
🌎 O termo "relação superavitária" significa que, atualmente, os Estados Unidos exportam mais para o Brasil do que importam, em valor agregado. No comércio internacional, isso representa uma posição favorável para os EUA. Veja no vídeo:

Brasil compra mais do que vende para EUA
O conselheiro do Cebri disse avaliar que a atuação política e diplomática do Brasil nas negociações ao longo das últimas semanas se deu de forma "muito competente", buscando explicar as tarifas e encontrar alternativas, o que dá margem para mais negociações em vez da retaliação automática.
Resultado 'menos pior' que o imaginado
Na mesma linha, o professor Pio Penna Filho, do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB), disse acreditar que o anúncio foi "menos pior" que o imaginado.
Mesmo assim, reiterou, "todo mundo saiu perdendo".
Para o professor, comparando as tarifas impostas ao Brasil e aos demais países, ainda há margem para novas rodadas de negociações entre autoridades brasileiras e americanas nas próximas semanas.
"Eu acho que sim [ainda é possível negociar], é melhor que ir para o confronto. Há outros 'candidatos' a fazer isso antes, como o Canadá e os países do sudeste asiático. Então, seria interessante esperar o que vai acontecer, ver os desdobramentos em vez de entrar num 'blocão geral' com outros países contra os americanos", completou o professor.

Um dia após 'tarifaço' de Trump, Lula cita Lei da reciprocidade e fala que Brasil "não bate continência"
Infográfico sobre a proposta de Lei de Reciprocidade — Foto: Arte/g1
Conforme a nota, a nova tarifa, somada a outras já em vigor, terá impacto direto sobre todas as exportações de bens do Brasil para os Estados Unidos - o país é o segundo maior parceiro comercial do Brasil no mundo, atrás somente da China.
"À luz do impacto efetivo das medidas sobre as exportações brasileiras e em linha com seu tradicional apoio ao sistema multilateral de comércio, o governo do Brasil buscará, em consulta com o setor privado, defender os interesses dos produtores nacionais junto ao governo dos Estados Unidos", afirmou o comunicado conjunto.
Ao longo das últimas semanas, setores do governo buscaram negociar alternativas com representantes do governo de Donald Trump.

MDIC e Itamaraty avaliam todas as possibilidade de assegurar reciprocidade na relação comercial com os EUA

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11 meses atrás
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