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Thaís Roque: 'Hoje eu trabalho muito pra que mulheres façam dinheiro'

Roque conta que decidiu migrar do ambiente corporativo para ter mais clareza do impacto do próprio trabalho. Segundo ela, antes, se via "presa" a funções intermediárias e distantes do resultado, o que a levou a buscar um papel mais direto na vida de clientes.

"Eu quero fazer a diferença, eu quero melhorar o faturamento de alguém, a vida de alguém, o dia a dia de alguém", afirma.

Questionada sobre por que não faz mentoria para homens, ela afirma que se conecta melhor com as dores de empreendedoras. Entre elas, cita mudanças após a maternidade, dificuldades de respeito em cargos de liderança e a necessidade de conciliar múltiplas jornadas.

Tem muito a dor depois da maternidade, que você se torna outra pessoa. Tem as barreiras de liderança, que muitas vezes você não é respeitada. Às vezes você é a dona do dinheiro e estão perguntando as coisas para o seu marido, que não sabe nada. Isso são fatos, são histórias que eu escuto.
Thaís Roque

Ela relata casos em que mulheres com negócios consolidados ainda têm a capacidade questionada. "Uma mulher dentro do TR Circle (aceleradora de negócios criada por Roque) fatura 26 milhões ao mês, chegam para o marido dela e falam: 'Mas é para fazer o que a dona fulana mandou fazer?'", diz, ao descrever a validação constante que, na visão dela, recai mais sobre empreendedoras do que sobre homens.

Roque também cita o cenário de mulheres que tocam um negócio enquanto mantêm empregos formais. "Tem empreendedora dentro da minha aceleradora que ainda é CLT e tem que responder para chefe machista só para poder pagar as contas de empreendedorismo no final do mês", afirma.

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