O presidente dos EUA, Donald Trump, está interessado em pedir a países árabes que ajudem a pagar pelos custos de sua guerra com o Irã, disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, nesta segunda-feira (30).
Esta foi a primeira vez que o governo dos EUA fala em dividir os custos da guerra que iniciou no Irã. Leavitt afirmou, como justificava, que os países árabes também contribuíram na Guerra do Golfo, de 1990. Na ocasião, a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou a entrada dos EUA e uma coalizão com países árabes no conflito.
Também nesta segunda, o Irã voltou a protestar contra a proposta dos Estados Unidos para finalizar a guerra entre os dois países.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei, chamou as propostas norte-americanas de "fora da realidade, desproporcionais e excessivas" e questionou se o governo Trump leva as negociações a sério.
Ainda assim, Leavitt disse, na entrevista desta segunda, que as negociações "estão indo bem" e alegou que "o que é dito (pelo Irã) em público não é o mesmo que é dito no privado ".
Em publicação nas redes sociais, o presidente norte-americano também disse que um "novo e mais razoável" regime está no comando do Irã, apesar de não haver indicação de que tenha ocorrido uma mudança de regime em Teerã mesmo com os assassinatos a autoridades de alto escalão em meio à guerra entre os dois países.
No domingo (29), Trump disse que as negociações com Teerã estavam progredindo, uma contradição com a fala de Baghaei. O líder norte-americano disse ao jornal "Financial Times" no domingo que as negociações indiretas com Teerã, que ocorrem com intermédio do Paquistão, estavam avançando bem e afirmou que "um acordo pode ser feito rapidamente".

Irã acusa americanos de planejarem invasão por terra 'em segredo' enquanto dizem querer negociar
O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante a posse de Markwayne Mullin como secretário do Departamento de Segurança Interna (DHS), na Casa Branca, em Washington, D.C., EUA, em 24 de março de 2026. — Foto: Evan Vucci/Reuters

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