O apelo do papa coincidiu com as denúncias feitas pela ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) contra Israel, país que acusou de limitar-se a deixar entrar em Gaza uma ajuda "ridiculamente insuficiente", apenas para "evitar a acusação de que está matando de fome as pessoas" na Faixa.
Segundo a ONU, nenhuma assistência havia sido distribuída aos palestinos até o início desta quarta-feira, contradizendo falas israelenses de que o bloqueio de 11 semanas a Gaza havia terminado. Ao mesmo tempo, o organismo bilateral disse que cinco caminhões conseguiram entrar no território na segunda-feira.
O diretor de ajuda humanitária da ONU, Tom Fletcher, disse à rede britânica "BBC" nesta terça-feira que a ajuda humanitária permitida a entrar em Gaza até o momento é "uma gota em um oceano". Segundo a ONU, a população de cerca de 2,3 milhões de palestinos no território precisa de pelo menos 500 caminhões de suprimentos por dia, entre ajuda humanitária e bens comerciais.
Caminhões carregando ajuda humanitária parados no lado israelense da passagem de Kerem Shalom, na fronteira com a Faixa de Gaza, em 20 de maio de 2025. — Foto: REUTERS/Amir Cohen
A Agência da ONU para Refugiados Palestinos (UNRWA, em inglês) afirmou nesta quarta-feira que suprimentos em um de seus complexos, localizado a três horas de Gaza, estão parados à espera de liberação para entrada no território.
Papa Leão XIV abençoa criança durante primeira audiência geral de seu papado na Praça de São Pedro em 21 de maio de 2025. — Foto: REUTERS/Yara Nardi
Robert Prevost, eleito papa Leão XIV em 8 de maio, advoga pela paz e já mencionou a situação em Gaza diversas vezes nas primeiras semanas de seu pontificado, além de outros conflitos notórios, como a guerra na Ucrânia.
Em sua primeira mensagem de domingo, em 11 de maio, o novo papa pediu um cessar-fogo imediato e a libertação de todos os reféns israelenses mantidos pelo grupo terrorista palestino Hamas.
Israel afirma que planeja intensificar as operações militares contra o Hamas e controlar toda a Faixa de Gaza, que vem sendo devastada por uma guerra aérea e terrestre israelense desde o ataque transfronteiriço do Hamas a comunidades israelenses em outubro de 2023.
Israel também declarou que o bloqueio tem como objetivo, em parte, impedir que militantes palestinos desviem e se apoderem de suprimentos de ajuda humanitária. O Hamas nega essa prática.

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