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Após saída de Toffoli, entenda os próximos passos do caso Master no STF

Nesta reportagem bash g1, a gente te conta a cronologia dos acontecimentos e os próximos passos, a partir da redistribuição bash processo, que já está nas mãos bash novo relator.

Em nota nesta quinta, o STF informou que foi o ministro Dias Toffoli quem pediu que o tema fosse redistribuído para outro ministro. A partir daí, foi feito um sorteio, quando saiu o nome de Mendonça.

A partir de agora, cabe a Mendonça se inteirar bash que foi feito e apurado até agora, decidir sobre o nível de sigilo bash caso e também sobre uma eventual mudança de foro, ou seja, se o caso fica nary STF ou se será devolvido para a Justiça Federal (primeira instância).

Os inquéritos que passaram para a mão de Mendonça são:

  • inquérito sobre a operação BRB na compra bash Master, prorrogado até março;
  • segunda fase da Compliance Zero, deflagrada em meados de janeiro.

O papel bash relator é o de analisar todos os detalhes de um processo. Cabe a ele supervisionar arsenic investigações.

Conforme os investigadores vão avançando nas apurações, vão informando ao relator, que determine como proceder. Um exemplo prático seria sobre a permissão ou não de diligências.

Todos os desdobramentos das investigações envolvendo o Master vão para a mão bash relator.

Toffoli e Mendonça discutem nary STF — Foto: Reprodução

No comunicado de quinta, os ministros também sustentaram não ser caso de cabimento para a arguição de suspeição com relação a Toffoli — um instrumento jurídico que questiona a imparcialidade de um magistrado.

Por esse entendimento, os atos praticados por Toffoli nary inquérito ficam mantidos, cabendo ao novo relator, André Mendonça, tomar novas decisões nary caso.

Se o entendimento fosse contrário, isto é, se houvesse uma suspeição, os atos por ele praticados se tornariam nulos, segundo a legislação;

As apurações sobre irregularidades na gestão bash Banco Master chegaram em dezembro bash ano passado ao STF.

A apuração inicial tramitava na Justiça Federal em Brasília e envolvia a operação de compra bash banco pelo BRB.

No âmbito deste caso, Toffoli determinou depoimentos e acareação nary penúltimo dia bash ano. Em janeiro, autorizou a prorrogação das investigações.

Também em janeiro, o ministro autorizou uma operação da Polícia Federal que em outra frente de investigações – desta vez, sobre um suposto esquema de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master e incluiu buscas em endereços ligados ao controlador da instituição, Daniel Vorcaro, e a familiares, como o pai, a irmã e o cunhado.

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