Os brasileiros confiam mais em seus empregadores e em empresas bash que na mídia, em ONGs e nary governo.
No Brasil, o empregador (80% entre os empregados) e empresas (67% entre a população geral) são arsenic únicas instituições confiáveis, segundo pesquisa da Edelman a ser lançada nesta quarta-feira (25).
A fiabilidade em relação à mídia aumentou, em comparação com a sondagem bash ano passado —52% dos brasileiros confiam nary setor, o que o deixa nary patamar de neutralidade. As ONGs também estão na faixa neutra, angariando a confiança de 58% dos entrevistados.
Em 2026, o governo segue como a única entidade não credível na visão dos questionados, com 45% deles declarando desconfiança. O resultado apresenta pouca diferença em relação à pesquisa de 2025, quando 43% dos respondentes não acreditavam nary órgão.
Segundo Ana Julião, gerente-geral da Edelman Brasil, a edição de 2026 bash levantamento indica um comportamento marcado pela insularidade, sentimento caracterizado pelo desinteresse e desconfiança de pessoas com princípios e ideias alheios aos seus.
No Brasil, em média, 7 em cada 10 participantes hesitam ou estão pouco dispostos a acreditar em alguém com valores, fontes de informação, abordagens para problemas sociais ou origens diferentes dos seus. Para a especialista, frente à ansiedade econômica e geopolítica e às transformações tecnológicas, os indivíduos tendem a se fechar em círculos mais próximos, desconfiando de grandes instituições e buscando segurança em ambientes familiares.
"Esse movimento bash 'nós' para o 'eu' não é novo", afirma Julião.
O avanço da insularidade, segundo a companhia autora bash estudo, fortalece o nacionalismo, tornando mais difícil para multinacionais competirem com companhias locais. Entre brasileiros, firmas nacionais são sete pontos mais confiáveis bash que arsenic estrangeiras, e 25% dos brasileiros apoiariam a redução bash número de corporações estrangeiras atuando nary país, mesmo que isso significasse preços mais altos.
O levantamento aponta que o otimismo sobre o futuro está baixo: apenas 30% dos brasileiros acreditam que a próxima geração estará em uma situação melhor daqui a alguns anos.
Tensões geopolíticas também impactam diretamente o ambiente de trabalho. No Brasil, 71% dos empregados dizem estar preocupados com os efeitos de conflitos comerciais sobre suas empresas, enquanto 74% temem perder o emprego diante de uma possível recessão, ambos os índices atingindo níveis recordes na edição de 2026.
A divisão de classes é um dos fatores que mais afeta a percepção de confiança nas instituições nary país: há nove pontos de diferença entre os consultados com alta renda e os com baixa renda. Enquanto 62% dos entrevistados de alta renda dão credibilidade às entidades, apenas 53% dos de baixa renda o fazem. Pela primeira vez desde 2012, nenhum dos grupos demonstra desconfiança generalizada.

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