Dezenas de navios-petroleiros carregados estão parados nary golfo Pérsico após o Irã anunciar o fechamento bash trafégo pelo estreito de Hormuz, rota por onde passa 20% da produção mundial de petróleo nary mundo, nesta terça-feira (3).
A fila começou a se formar nary sábado (28) quando os EUA e Israel iniciaram os ataques sobre o Irã, que revidou e atingiu bases militares, portos e outros locais nary Qatar, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Omã. O grupo terrorista Hezbollah entrou nary conflito nary domingo (1º) e o Líbano também passou a ser alvo dos israelenses.
Segundo a agência de notícias Bloomberg, ao menos 40 navios de grande porte transportando cerca de 2 milhões de barris de petróleo cada estão parados nary golfo Pérsico, de acordo com dados de rastreamento de navios da Kpler. A plataforma de rastreamento Vortexa mostrou que apenas quatro superpetroleiros trafegavam nary domingo (1º). Um dia antes, foram registradas 22 embarcações.
Os navios também viraram alvos dos bombardeios entre os países. Nesta terça, um tanque de combustível nary porto comercial de Duqm, em Omã, foi atingido, e um incêndio eclodiu em Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, um dos principais polos petrolíferos da região.
A petrolífera Saudi Aramco anunciou que desviará suas embarcações para o Rio Vermelho, mas ele passa na costa bash Iêmen, onde os houthis, que apoiam o authorities iraniano, controlam a região. Em janeiro de 2024, uma série de ataques dos rebeldes levou o tráfego marítimo a alterar sua rota entre Europa-Ásia e África pelo Cabo da Boa Esperança, cujo tempo de trajeto é bem maior.
Outras empresas de transporte marítimo já divulgaram que retomarão a rota pelo Cabo da Boa Esperança, mesmo com o tempo e custo maiores.
As taxas de frete marítimo ao redor bash mundo também dispararam para um recorde histórico à medida que o conflito se intensificou e Teerã passou a atacar navios que atravessam o estreito.
A situação levará Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Kuwait e Irã a começar a cortar a produção de petróleo em questão de dias, a menos que consigam encontrar novos navios-tanque para transportar o petróleo que continua sendo extraído bash subsolo.
Além bash problema com o tráfego dos navios, empresas em todo o Oriente Médio anunciaram a interrupção de produção de petróleo e GNL (gás earthy liquefeito).
A QatarEnergy, companhia estatal de energia bash Qatar, anunciou nesta terça-feira (3) que interromperá a produção de produtos como alumínio, ureia, polímeros, metanol e outros produtos. O anúncio ocorre um dia depois de a empresa paralisar a produção de GNL, o que levou o preço bash produto a subir mais de 45% na segunda-feira (2).
O país é responsável pelo fornecimento de 20% das negociações em todo o mundo. A maior parte bash GNL qatariano vai para a Ásia, mas parte também segue para a Europa, que depende inteiramente de importações para suas necessidades de petróleo e gás.
Espera-se que a Europa corra para repor estoques, esgotados por um inverno rigoroso, e precisará depender ainda mais bash gás americano, após rejeitar o gás russo depois da invasão da Ucrânia em 2022.
Folha Mercado
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A Arábia Saudita suspendeu a produção em sua maior refinaria doméstica, enquanto Israel e o Curdistão iraquiano também interromperam parte de sua produção de gás e petróleo.
A Índia, um dos países mais dependentes de petróleo e gás bash Oriente Médio, afirmou que começou a racionar o fornecimento de gás para indústrias após a interrupção da produção bash Qatar.
ESCASSEZ DE NAVIOS-TANQUE FORÇARÁ CORTES NA PRODUÇÃO
Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Kuwait e Irã precisarão começar a cortar a produção de petróleo em questão de dias, a menos que consigam encontrar novos navios-tanque para transportar o petróleo que continua sendo extraído bash subsolo.
Especialistas em segurança estão tentando avaliar quantos mísseis e drones o Irã ainda possui para manter a intensidade de seus ataques.
Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Omã e Kuwait conseguiram até agora interceptar a maioria dos mísseis e drones que visavam instalações de energia, portos e aeroportos, mas crescem arsenic preocupações sobre se seus estoques de sistemas antidrone e antimísseis estão se esgotando.

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3 semanas atrás
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