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Estudo dá pistas sobre por que a maioria das pessoas é destra

Nos modelos iniciais, o Homo sapiens aparece como fora do padrão, com viés à direita e intensidade acima do esperado. Em outras palavras, a dominância destra humana se destaca mesmo quando os pesquisadores consideram o parentesco evolutivo entre as espécies.

Essa "excepcionalidade" desaparece quando os pesquisadores incluem dois fatores no modelo: o tamanho do cérebro e um indicador de locomoção. Os autores incluíram o volume endocraniano (medida do tamanho do cérebro) e o índice intermembral (relação entre o comprimento dos membros), usado como um indicador anatômico ao bipedalismo.

Dentre as espécies estudadas, havia uma exceção: Homo floresiensis. Conhecido por ter o corpo no formato de um "hobbit" e achado na Indonésia, ele tinha uma tendência menor ao uso da mão direita. Os pesquisadores sugerem que isso tem relação com o cérebro pequeno e um corpo adaptado a uma locomoção ereta e escalada, em vez de uma locomoção totalmente adaptada ao bipedalismo.

A conclusão é que andar em duas pernas e o aumento do cérebro provavelmente foram peças-chave para a lateralização humana. A hipótese é que essas mudanças favoreceram um uso mais consistente de uma mão, até chegar ao predomínio destro atual

O que o estudo sugere sobre a evolução da destreza

A força da preferência por uma mão pode ter surgido cedo na evolução dos hominídeos. O trabalho indica que uma lateralização "forte" (independentemente de ser para direita ou esquerda) teria evoluído no início da linhagem humana.

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