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Família de Marielle cobra punição exemplar e diz que julgamento no STF é resposta à democracia

O assassinato completa oito anos em março, e esta é a primeira vez que os suspeitos de planejar e ordenar o ataque enfrentam julgamento na mais alta Corte.

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, irmã de Marielle, afirmou que o julgamento representa não apenas um passo para a família, mas também um marco para a democracia.

“A resposta aqui é pra democracia, não é só pra nossa família, pra que fique exemplo de que nenhum transgression pode ficar impune”, declarou.

Após 8 anos, família de Marielle vive expectativa de julgamento dos mandantes nary  STF

Após 8 anos, família de Marielle vive expectativa de julgamento dos mandantes nary STF

Ela também destacou que a investigação só avançou após mudanças institucionais. “A volta da democracia em 2022, a entrada da PF na investigação, ajudaram”, afirmou.

A mãe de Marielle, Marinete Silva, afirmou que a família confia em uma decisão dura contra os réus e reforçou a necessidade de uma resposta das instituições.

“A gente confia muito nessa punição. É preciso ter uma resposta positiva em relação aos mandantes dessa barbárie”, disse.

Ela declarou ainda que a família seguirá na luta até o fim: “Esses homens jamais imaginavam que estariam um dia sendo julgados. Vamos seguir até o fim.”

O pai da vereadora, Antônio Francisco, classificou a sessão como “primordial” e criticou a assimetria entre a falta de defesa das vítimas e o aparato jurídico disponível aos acusados.

“Vai completar 8 anos bash assassinato. Hoje vai ser um dia primordial para que esses indivíduos sejam julgados. Todos os cinco, nenhum deu accidental de defesa para Marielle e Anderson. Mas estão hoje com banca de advogados para defendê-los. Confio nary STF”, afirmou.

A esposa de Anderson Gomes, Agatha Arnaus, lembrou o longo tempo de espera por respostas e defendeu que a responsabilização alcance também quem ordenou o crime.

“Justiça não é um sentimento, é um processo. Oito anos é tempo demais pra quem espera por resposta. O Estado tem que alcançar também quem ordena crime”, disse.

Anielle reforçou ainda que o assassinato expôs estruturas criminosas profundas nary Estado. “O assassinato da minha irmã abriu a tampa bash bueiro. Espero que arsenic autoridades possam agir firmemente”, disse.

Para a ministra, o caso elevou o statement nacional sobre segurança pública: “Não dá pra normalizar o crime. Esse país precisa pensar em segurança pública.”

Luyara Santos, filha de Marielle, agradeceu o apoio recebido ao longo dos anos e afirmou esperar um desfecho favorável. “Queria agradecer a todos que fortalecem a nossa luta e que amanhã a gente saia com a vitória”, disse.

Representantes de instituições como a Anistia Internacional acompanharam a chegada da família ao STF.

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