A liquidação do Will Bank e do Banco Master pelo Banco Central do Brasil levantou uma série de dúvidas entre clientes e investidores sobre como funciona a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Com o anúncio, muitos passaram a buscar informações sobre o aplicativo oficial do fundo, os valores cobertos, quais instituições são associadas e o que fazer para solicitar a garantia em caso de problemas com bancos ou financeiras. Pensando nisso, o TechTudo preparou um guia completo sobre o FGC. Veja a seguir:
FGC: veja como se cadastrar no app, principais dúvidas e funções disponíveis — Foto: Reprodução/Unsplash/Diego Cataldo Saiba como se cadastrar no app FGC e tire suas dúvidas
No índice abaixo, confira os tópicos que serão abordados nesta matéria do TechTudo.
- O que é o app do FGC
- Como se cadastrar
- O que fazer quando o app do FGC está fora do ar
- Quais instituições são associadas
- Qual o valor máximo garantido pelo FGC
- Como fazer solicitação de garantia
O app do FGC é o aplicativo oficial do Fundo Garantidor de Créditos criado para facilitar o acesso dos clientes ao processo de recebimento da garantia financeira em casos de intervenção, liquidação ou falência de instituições associadas. Disponível para Android e iPhone (iOS), a ferramenta permite que pessoas físicas acompanhem todo o processo de forma digital, desde o cadastro até o recebimento do valor garantido, sem a necessidade de ir presencialmente a uma agência bancária.
O software funciona como um canal direto entre o FGC e os credores. Por meio dele, o usuário pode consultar se tem valores a receber, validar sua identidade, assinar eletronicamente os termos exigidos e indicar a conta bancária para pagamento. O app também reúne informações importantes sobre a cobertura do FGC, limites de garantia e andamento das solicitações, o que torna o processo de ressarcimento mais transparente e acessível.
Entenda o que é o app do FGC — Foto: Reprodução/Shutterstock Passo 1. Baixe e abra o app do FGC no celular. Na tela inicial, toque em "Não tenho cadastro". Em seguida, preencha os dados com nome completo, CPF e data de nascimento. Toque em "Continuar". Na próxima tela, crie uma senha forte respeitando as orientações de segurança. Depois, toque novamente em "Continuar".
Veja como se cadastrar no app do FGC — Foto: Reprodução/Diego Cataldo Passo 2. Informe seu e-mail e toque para concordar com os termos. Você receberá um token de validação no endereço cadastrado. Digite o código de seis dígitos e vá em "Continuar" para concluir o cadastro.
Informe e-mail e valide o cadastro com um código de seis dígitos — Foto: Reprodução/Diego Cataldo 3. O que fazer quando o app do FGC está fora do ar
Quando o app do FGC apresenta instabilidade ou fica temporariamente fora do ar, o primeiro passo é verificar se o problema não está relacionado à conexão com a Internet ou à versão do aplicativo instalada no celular. Atualizações pendentes podem causar falhas de acesso, por isso é importante manter o app sempre na versão mais recente disponível nas lojas oficiais.
Também é comum que o sistema enfrente lentidão em períodos de alta demanda, principalmente após anúncios de intervenção ou liquidação de bancos, quando muitos usuários tentam acessar a plataforma ao mesmo tempo. Nesses casos, vale tentar novamente em horários alternativos, como no início da manhã ou à noite.
Caso a indisponibilidade persista, o FGC orienta que o usuário busque informações e suporte pelos canais oficiais divulgados no site da instituição, evitando links recebidos por mensagens ou redes sociais, já que o fundo alerta para tentativas de golpe que usam o nome do FGC indevidamente.
Saiba o que fazer quando o app do FGC está fora do ar — Foto: Reprodução/Shutterstock 4. Quais instituições são associadas
O FGC é formado por instituições financeiras que, por regra do Banco Central, são obrigadas a aderir ao sistema de garantia. Entre elas estão bancos comerciais, bancos múltiplos, bancos de investimento, bancos de desenvolvimento, a Caixa Econômica Federal, além de financeiras, associações de poupança e empréstimo, companhias hipotecárias e sociedades de crédito imobiliário.
Essas instituições contribuem mensalmente para o fundo, que é utilizado justamente para garantir os depósitos e investimentos dos clientes em situações de crise. A relação completa e atualizada das instituições associadas pode ser consultada diretamente no site oficial do FGC, no endereço "fgc.org.br/instituicoes-associadas-e-conglomerados" (sem aspas).
A Caixa Econômica Federal está entre as instituções associadas do FGC — Foto: Reprodução/Adobe Stock 5. Qual o valor máximo garantido pelo FGC
O FGC garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ em cada instituição financeira ou conglomerado, considerando a soma de todos os produtos cobertos, como conta corrente, poupança, CDB, LCI e LCA. Esse valor inclui o montante aplicado e os rendimentos já creditados até a data em que ocorre a intervenção ou liquidação da instituição. Além desse limite por banco, existe um teto global de R$ 1 milhão por CPF ou CNPJ dentro de um período de quatro anos.
Isso significa que, mesmo que o cliente tenha valores distribuídos em diferentes instituições que venham a quebrar nesse intervalo, o total pago pelo FGC não pode ultrapassar esse limite. A regra busca equilibrar a proteção ao investidor com a sustentabilidade do sistema de garantias.
Fundo garante R$ 250 mil por CPF ou CPNJ — Foto: Reprodução/Adobe Stock 6. Como fazer solicitação de garantia
A solicitação da garantia do FGC é feita, em regra, pelo aplicativo oficial, no caso de pessoas físicas. O processo começa após o FGC receber da instituição em liquidação a lista completa de credores e liberar o pedido no sistema. A partir daí, o usuário deve acessar o app, confirmar seus dados, validar a identidade e assinar eletronicamente o termo de cessão de crédito. Depois de concluir essas etapas, basta informar a conta bancária para recebimento.
Estando tudo correto, o pagamento costuma ser feito em poucos dias úteis. Para pessoas jurídicas, o procedimento é realizado por meio do Portal do Investidor do FGC, com regras e documentação próprias. O fundo informa que o prazo para solicitar a garantia pode chegar a cinco anos a partir da data da intervenção, o que dá margem para que o credor organize a documentação necessária com calma.
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