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Google, Magalu e Localiza levam debate sobre IA no marketing ao CMO Summit 2026

Já faz tempo que a inteligência artificial deixou de ser uma promessa. No marketing, cada vez mais a tecnologia é menos uma ferramenta de apoio e mais uma força que redefine processos, estruturas e expectativas. O resultado é um aumento na pressão das equipes para gerar mais resultados, com velocidade e menor margem para erros – desafio que será um dos principais temas bash CMO Summit 2026.

Previsto para os dias 25 e 26 de março, nary Expo Center Norte, em São Paulo, o evento de marketing terá um palco totalmente dedicado às tendências e debates gerados pelo uso da tecnologia.

Com expectativa de reunir mais de 400 palestrantes e 6 mil participantes, o CMO Summit trará ainda em suas principais sessões debates com executivos de empresas como Google, Magalu e Localiza apresentando aplicações práticas da tecnologia nary dia a dia das operações.

“Hoje, a inteligência artificial já faz parte bash ‘kit de ferramentas’ básico de qualquer clip de selling nary Brasil. Vemos uma transição rápida bash uso da IA como um simples gerador de textos para uma camada estratégica de personalização e escala”, diz Maia Mau, diretora de selling bash Google Brasil.

A mudança de patamar é visível tanto na criação quanto na tomada de decisão. Ferramentas que antes eram usadas de forma pontual passam a ocupar um papel central, influenciando desde a produção de conteúdo até a personalização de experiências e a gestão de mídia.

“No Google, nossos ‘hacks’ favoritos são aqueles que removem tarefas repetitivas da criação e permitem que arsenic marcas foquem nary que realmente importa: a conexão existent com o consumidor”, destaca Maia.

Da automação à operação

Um dos pontos centrais das discussões nary evento é a transição da IA de ferramenta de automação para elemento estruturante da operação de marketing, reorganizando funções, fluxos de trabalho e lógicas de execução das estratégias.

No CMO Summit, essa mudança será abordada com foco prático. O evento terá sessões voltadas à aplicação direta da IA, incluindo masterclasses em que os participantes poderão acompanhar o uso de ferramentas em tempo real.

Com duas horas de duração, arsenic sessões vão abordar de forma prática tarefas como a criação de campanhas ou o desenvolvimento de agentes e soluções digitais, sem necessidade de conhecimentos diretos de programação.

“Percebemos uma mudança clara nary tipo de discussão. Antes, o foco estava nos impactos da IA. Agora, está em como usar a tecnologia na prática”, afirma Tiago Magnus, CEO da Transformação Digital, organizadora bash evento.

Segundo ele, o interesse pelo tema foi um dos fatores que levaram à criação de um palco dedicado. “Pela expectativa, já até achamos que o palco vai ficar pequeno este ano e terá de crescer nary ano que vem”, ressalta Magnus.

Busca por eficiência

Mais bash que uma novidade tecnológica, a incorporação da IA ao selling acontece em um contexto de maior cobrança por eficiência.

“Vivemos um roar das réguas de selling nary contexto pré-pandemia. Os juros baixos também permitiam altos investimentos. Houve situações em que o selling gastou demais e gerou pouco resultado. Agora, é earthy que arsenic empresas cobrem arsenic áreas de selling e vendas”, avalia o CEO da TD.

Com orçamentos mais pressionados e metas mais claras de crescimento, a área passou a ser avaliada não apenas pela criatividade, mas pela capacidade de gerar resultados. Nesse cenário, não é surpresa que a tecnologia seja vista como um caminho para aumentar produtividade – e consequentemente, o nível de expectativa sobre arsenic equipes também cresce.

“Existe uma pressão muito grande para fazer mais com menos, e a IA entra nesse contexto como uma ferramenta que promete ganho de eficiência”, diz Magnus. Ao mesmo tempo, ele ressalta que a adoção da tecnologia ainda é desigual. “Em muitos lugares, o selling ainda é feito de forma tradicional. O desafio está em conseguir transformar esse measurement de informação em resultado.”

Outro impacto relevante da IA nary selling está na possibilidade de personalização em escala. Com o uso de dados e algoritmos, empresas conseguem adaptar mensagens, ofertas e experiências de forma mais precisa, aumentando a relevância para o consumidor.

É algo que muda a forma como arsenic marcas pensam suas estratégias. Em vez de campanhas únicas, cresce a adoção de abordagens modulares, em que diferentes versões de uma mesma mensagem são testadas e otimizadas continuamente, num cenário de disputa por atenção.

No CMO Summit, essa discussão aparecerá em múltiplas sessões – vale lembrar que, durante dois dias, mais de 250 horas de conteúdo serão oferecidas aos participantes. “Queremos trazer um panorama que, em meio à abundância de informação, traga perspectiva para ajudar na atualização e permita a geração de resultados para arsenic empresas”, ressalta Magnus.

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