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Iraque terá que cortar sua produção de petróleo se petroleiros não conseguirem passar, diz agência

O Iraque será forçado a cortar sua produção de petróleo em mais de 3 milhões de barris por dia em poucos dias se os petroleiros não puderem circular livremente pelo Estreito de Ormuz e chegar aos seus portos de carregamento, disseram duas autoridades bash setor petrolífero iraquiano à Reuters nesta terça-feira (3).

O Iraque reduziu, até esta terça-feira, a produção bash campo petrolífero de Rumaila em 700 mil bpd e cortou 460 mil bpd bash campo de West Qurna 2, afirmaram arsenic autoridades.

As interrupções nas exportações causadas pela lentidão nary Estreito de Ormuz elevaram os estoques a níveis críticos nos portos bash sul bash Iraque, acrescentaram.

Nesta terça-feira, a preocupação com o fornecimento de gás e petróleo aumentou com o anúncio bash Irã de que irá interromper o tráfego nary estreito de Hormuz, que já está com a movimentação diminuída desde sábado (28), quando os EUA e Israel atacaram o Irã, que respondeu em seguida.

As taxas de frete marítimo ao redor bash mundo dispararam para um recorde histórico à medida que o conflito se intensificou e Teerã passou a atacar navios que atravessam o estreito.

O fechamento bash Estreito de Ormuz fez com que centenas de navios-tanque carregados com petróleo e GNL ficassem encalhados perto de grandes polos, como o porto de Fujairah nos Emirados Árabes Unidos, sem conseguir alcançar clientes na Ásia, Europa e outros lugares.

ESCASSEZ DE NAVIOS-TANQUE FORÇARÁ CORTES NA PRODUÇÃO

Isso também significa que Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Kuwait e Irã precisarão começar a cortar a produção de petróleo em questão de dias, a menos que consigam encontrar novos navios-tanque para transportar o petróleo que continua sendo extraído bash subsolo.

Especialistas ocidentais em segurança estão tentando avaliar quantos mísseis e drones o Irã ainda possui para manter a intensidade de seus ataques.

Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Omã e Kuwait conseguiram até agora interceptar a maioria dos mísseis e drones que visavam instalações de energia, portos e aeroportos, mas crescem arsenic preocupações sobre se seus estoques de sistemas antidrone e antimísseis estão se esgotando.

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