Ramaphosa assistiu a tudo, sentado ao lado de Trump, em silêncio. Depois, afirmou:
O confronto entre o presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, e o presidente dos EUA, Donald Trump — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque
A África do Sul rejeita a alegação de que brancos são desproporcionalmente alvos de crimes. As taxas de homicídio são altas no país e a esmagadora maioria das vítimas são negras.
Quando Ramaphosa apresentou esses dados, Trump o interrompeu e disse:
O presidente sul-africano, então, respondeu:
O presidente dos EUA, Donald Trump, mostra supostas reportagens sobre 'genocídio branco' na África do Sul enquanto se encontra com o presidente do país, Cyril Ramaphosa — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque
Nos últimos meses, Trump vem criticando a lei de reforma agrária da África do Sul , que visa reparar as injustiças do apartheid e seu processo judicial de genocídio contra Israel. O republicano acusa o país de confiscar terras de fazendeiros brancos e de fomentar a violência contra eles com "retórica odiosa e ações governamentais".

Trump diz que presidente da África do Sul é "um pouco menos respeitado"
Uma auditoria realizada em 2017 revelou que os brancos são donos de 72% das terras agrícolas na África do Sul, embora representem apenas 8% da população. Os negros, que compõem 80% dos sul-africanos, são proprietários de 4% das terras agrícolas.
Em 2024, a chamada Lei da Expropriação foi aprovada no país, dentro da política de reforma agrária do país africano, após cinco anos de consultas públicas. A legislação visa a aplacar o legado de desigualdades do Apartheid e permite a desapropriação de terras, sem compensação, caso não estiver sendo usada.
Ele cancelou ajuda humanitária, expulsou o embaixador da África do Sul e ofereceu refúgio à minoria branca africâner com base em alegações de discriminação racial que Pretória considera infundadas.

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7 meses atrás
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